Em seu zelo para tornar as cerimônias do templo uma verdadeira bênção para o povo, Ezequias resolveu ressuscitar o antigo costume de reunir os israelitas para a celebração conjunta da festa da Páscoa (PR, p. 196, 197 [335]).
No dia determinado, a Páscoa foi observada, e a semana foi gasta pelo povo em oferecer ofertas pacíficas e aprender o que Deus queria que fizessem. Diariamente “os levitas que revelavam bom entendimento no serviço do Senhor” (2Cr 30:22) e os que haviam preparado o coração para buscar a Deus encontraram perdão. […] Todos estavam unidos no desejo de louvar Aquele que havia Se mostrado tão bondoso e misericordioso.
Os sete dias normalmente dedicados à festa da Páscoa passaram depressa, e os adoradores decidiram gastar outros sete dias aprendendo mais amplamente o caminho do Senhor. Os sacerdotes instrutores continuaram sua obra de instrução baseada no livro da lei; diariamente o povo se reunia no templo para oferecer seu tributo de louvor e gratidão. E quando a grande reunião estava chegando ao fim, tornou-se evidente que Deus tinha agido maravilhosamente na conversão do rebelde povo de Judá e em deter a maré da idolatria que ameaçava arrastar tudo diante de si. As solenes advertências dos profetas não tinham sido proferidas em vão. “Houve grande alegria em Jerusalém, porque desde os dias de Salomão, filho de Davi, rei de Israel, não havia acontecido coisa semelhante em Jerusalém” (2Cr 30:26) (PR, p. 197, 198 [337, 338]).