E no tempo determinado – no décimo dia do sétimo mês –, realizaram-se as solenes cerimônias do Dia da Expiação, de acordo com a ordem de Deus. Do 15o ao 22o dia do mesmo mês, o povo e seus chefes celebraram uma vez mais a Festa dos Tabernáculos. “Em toda a cidade de Jerusalém e em todas as outras cidades e povoados, mandaram avisar o seguinte: Saiam para os morros e tragam galhos de pinheiros, oliveiras, murtas, palmeiras e outras árvores, para fazer cabanas, conforme está escrito na lei. Então todo o povo saiu e trouxe galhos de árvores. Em seguida eles construíram cabanas no terraço das suas casas, nos seus quintais, nos pátios do templo […], e todos estavam muito alegres. Todos os dias, desde o primeiro até o último dia da festa, foi lida uma parte da Lei de Deus” (Ne 8:15–18, NTLH) (PR, p. 388 [665]).
Israel tinha se voltado para Deus com profunda tristeza pela apostasia. Haviam feito confissão com pranto e lamento. Tinham reconhecido que Deus fora justo ao lidar com eles, e haviam tomado a decisão de obedecer à Sua lei. Agora deviam manifestar fé em Suas promessas. Deus tinha aceitado seu arrependimento. Deviam então se alegrar na certeza do perdão dos pecados e em sua restauração ao favor divino (PR, p. 390 [667, 668]).
“Agora vão, comam e bebam o que tiverem de melhor. E mandem porções aos que não têm nada preparado para si. Porque este dia é consagrado ao nosso Senhor. Portanto, não fiquem tristes, porque a alegria do Senhor é a força de vocês” (Ne 8:10).