Segunda-feira
12 de outubro
A alegria de ter um rei
E todo o povo partiu para Gilgal, onde proclamaram Saul seu rei, diante do Senhor, a cuja presença trouxeram ofertas pacíficas. E Saul muito se alegrou ali com todos os homens de Israel. 1 Samuel 11:15

Samuel convocou o povo de Mispa. Orou-se, pedindo a direção divina. Depois, seguiu-se a solene cerimônia de lançar as sortes. Em silêncio, a multidão ali reunida aguardava o resultado. A tribo, a família e a casa foram sucessivamente designadas; então Saul, o filho de Quis, foi indicado como o indivíduo escolhido.

Saul, porém, não estava na assembleia. Sentindo o peso da grande responsabilidade prestes a cair sobre ele, havia se retirado secretamente. Foi de novo trazido à congregação, que observou com orgulho e satisfação que ele tinha porte real e nobre aparência, “era o mais alto de todos; dos ombros para cima, ele sobressaía a todo o povo” (1Sm 10:23). Até mesmo Samuel, quando o apresentou à assembleia, exclamou: “Vocês estão vendo quem o Senhor escolheu? Pois em todo o povo não há ninguém semelhante a ele.” Em resposta, ouviu-se um grito de alegria alto e longo da multidão: “Viva o rei!” (v. 24) (PP, p. 540, 541 [611]).

Enquanto o povo em geral estava pronto para reconhecer Saul como seu rei, havia um grande partido em oposição. […] Nessas circunstâncias, Saul não achou conveniente assumir a dignidade real. Deixando que Samuel administrasse o governo, como anteriormente, voltou a Gibeá. […] Em seu lar, entre as terras altas de Benjamim, ocupouse pacificamente com os deveres de lavrador, deixando que Deus Se encarregasse de estabelecer sua autoridade (PP, p. 541, 542 [611, 612]).

Samuel propôs então que uma assembleia nacional fosse convocada em Gilgal, para confirmar a entrega do reino a Saul. Isso foi feito. “Diante do Senhor […] trouxeram ofertas pacíficas. E Saul muito se alegrou ali com todos os homens de Israel” (1Sm 11:15) (PP, p. 543 [613]).