Assim aconteceu quando a rainha de Sabá visitou Salomão. Ao ouvir falar de sua sabedoria e do magnífico templo que ele havia construído, ela decidiu “prová-lo com perguntas difíceis” e ver por si mesma suas famosas obras. Acompanhada por uma comitiva de servos, e “com camelos carregados de especiarias, grande quantidade de ouro e pedras preciosas”, ela fez a longa viagem para Jerusalém. “Ela se apresentou diante de Salomão e lhe expôs tudo o que trazia em sua mente” (1Rs 10:1, 2). Ela falou-lhe dos mistérios da natureza, e Salomão ensinou-lhe a respeito do Deus da natureza, o grande Criador, que habita no mais alto Céu, e domina sobre todos. “Salomão respondeu todas as perguntas que ela fez, e não houve nada profundo demais que Salomão não pudesse explicar” (2Cr 9:2).
“Quando a rainha de Sabá viu toda a sabedoria de Salomão, o palácio que ele havia construído […] ficou como fora de si.” E reconheceu: “É verdade o que ouvi na minha terra a respeito de você e a respeito da sua sabedoria. Eu, porém, não acreditava naquelas palavras, até que vim e vi com os meus próprios olhos. Eis que não me contaram nem a metade: você supera em sabedoria e prosperidade a fama que ouvi. Felizes os homens à sua volta, felizes estes seus servos que estão sempre diante de você e que ouvem a sua sabedoria!” (1Rs 10:4–8) (PR, p. 37 [66, 67]).