Esses sábios do Oriente eram filósofos. Faziam parte de uma grande e influente classe social que incluía membros da nobreza, bem como vários ricos e eruditos de sua nação. […]
Esses magos viram a glória do Criador ao estudarem o céu estrelado, procurando sondar os mistérios ocultos em seus caminhos cheios de luz. Buscando um entendimento mais claro, voltaram-se para as Escrituras dos hebreus. Em sua terra, havia escritos proféticos guardados como tesouro, que prediziam a vinda de um mestre divino. […]
Naquela noite em que a glória de Deus inundara as colinas de Belém, aqueles sábios viram uma luz misteriosa no céu. Quando a luz se dissipou, surgiu uma estrela brilhante que permaneceu no céu. […] Foram instruídos em sonhos a ir em busca do Príncipe recém-nascido. […]
Chegando à terra de Israel, desceram o Monte das Oliveiras, de onde avistaram Jerusalém. Então a estrela que lhes servira de guia por todo o cansativo caminho parou sobre o templo, desaparecendo depois de algum tempo. […] Entrando na santa cidade, dirigiram–se ao templo. Para seu espanto, não encontraram ninguém que parecesse saber do recém-nascido Rei. […]
Os magos saíram de Jerusalém sozinhos. Começava a noite quando saíram pelos portões, mas, para sua grande alegria, viram novamente a estrela e foram guiados a Belém (DTN, p. 38, 39, 41 [59, 60, 63]).