Domingo
18 de outubro
Alegrando-se com a entrada triunfal de Cristo
E, quando Jesus Se aproximava da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos começou, com muita alegria, a louvar a Deus em alta voz, por todos os milagres que tinham visto. Diziam: “Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas maiores alturas!”. Lucas 19:37, 38

Cristo estava seguindo o costume judaico nas entradas reais. O animal que montava era o mesmo usado pelos reis de Israel, e a profecia predissera que o Messias viria dessa maneira ao Seu reino. Logo que Ele montou no jumentinho, um grande grito de triunfo ecoou pelos ares. A multidão O aclamou como o Messias, seu Rei. Jesus aceitou a homenagem que jamais havia permitido, e os discípulos consideraram isso como prova de que sua esperança se realizaria, vendo-O sentado no trono.

O povo tinha certeza de que se aproximava a hora de sua libertação. Em pensamento, viram os exércitos romanos expulsos de Jerusalém, e Israel mais uma vez como nação independente. Todos estavam contentes e entusiasmados; disputavam entre si para ver quem O honrava mais. Não podiam exibir luxo e esplendor, mas prestaram-Lhe a adoração de corações felizes. Não podiam Lhe dar presentes caros, mas estendiam as vestes exteriores como um tapete em Seu caminho, e também espalharam ramos de oliveira e palmas por onde Ele passaria. Não podiam abrir o cortejo triunfal com bandeiras reais, mas cortavam ramos de palmeira, símbolo de vitória tirado da natureza, e os agitavam no ar com altas aclamações e hosanas (DTN, p. 454 [570]).