As mulheres que estiveram ao pé da cruz de Cristo esperaram, atentas, que passassem as horas do sábado. No primeiro dia da semana, muito cedo, foram até o sepulcro, levando consigo preciosas especiarias para ungirem o corpo do Salvador. […]
As mulheres que foram ao sepulcro não partiram todas do mesmo lugar. Maria Madalena foi a primeira a chegar ao local, e quando viu que a pedra fora retirada, correu para anunciar aos discípulos. Enquanto isso, chegaram as outras mulheres. Havia uma luz em volta do sepulcro, mas o corpo de Jesus não estava lá. Enquanto estavam por ali, notaram, de repente, que não estavam sós. Um jovem de vestes brilhantes estava sentado junto ao túmulo. O anjo havia rolado a pedra. […] “Não tenham medo! Sei que vocês procuram Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Venham ver onde Ele jazia. Agora vão depressa e digam aos Seus discípulos que Ele ressuscitou dos mortos” (Mt 28:5–7). […]
“Ressuscitou! Ressuscitou!” As mulheres repetiam continuamente as palavras. Não havia mais necessidade de especiarias para unção. O Salvador estava vivo, e não morto. Lembraram–se então de que, falando em Sua morte, Ele havia declarado que ressurgiria. Que dia para o mundo! Apressadas, as mulheres se afastaram do sepulcro e, “tomadas de medo e grande alegria, correram para anunciar isso aos discípulos” (Mt 28:8) (DTN, p. 633, 634 [788, 789]).