Cristo tinha ascendido ao Céu na forma humana. Os discípulos viram a nuvem recebê-Lo. O mesmo Jesus que havia caminhado, falado e orado com eles; Aquele que havia partido o pão com eles; que com eles estivera nos barcos, no lago, e que fizera com eles, naquele mesmo dia, a cansativa subida do Monte das Oliveiras – o mesmo Jesus fora agora partilhar do trono do Pai. E os anjos lhes asseguraram que Aquele mesmo que tinham visto subir ao Céu voltaria da mesma forma que havia subido. […]
Quando voltaram a Jerusalém, o povo olhava para eles com espanto. Pensava-se que, depois do julgamento e crucifixão de Cristo, eles se mostrariam abatidos e envergonhados. Seus inimigos esperavam ver no rosto deles uma expressão de tristeza e derrota. Em vez disso, havia simplesmente alegria e triunfo.
A fisionomia deles era iluminada por uma felicidade que não provinha da Terra. Não lamentavam esperanças desfeitas, mas estavam cheios de louvor e ações de graças a Deus. Com alegria, contavam a maravilhosa história da ressurreição de Cristo e de Sua ascensão ao Céu, e o testemunho deles foi recebido por muitos (DTN, p. 669 [832]).