“Havia um etíope, eunuco, alto oficial de Candace, rainha dos etíopes, o qual era superintendente de todo o seu tesouro. Ele tinha vindo adorar em Jerusalém e estava regressando ao seu país. E, assentado na sua carruagem, vinha lendo o profeta Isaías” (At 8:27, 28) Esse etíope era homem de respeitável posição e grande influência. Deus viu que, quando se convertesse, proporcionaria a outros a luz que recebera e exerceria forte influência em favor do evangelho. […]
Pelo ministério do Espírito Santo, o Senhor o pôs em contato com quem poderia guiá-lo à luz. Filipe foi orientado a ir ao encontro do etíope e explicar-lhe a profecia que estava lendo. […]
O coração do homem se encheu de interesse e vibrava enquanto as Escrituras eram explicadas a ele; e, quando o discípulo terminou, estava pronto para aceitar a luz proporcionada. Ele não fez de sua elevada posição mundana uma desculpa para recusar o evangelho. “Seguindo pelo caminho, chegaram a certo lugar onde havia água. Então o eunuco disse: ‘Eis aqui água. O que impede que eu seja batizado?’ [Filipe respondeu: ‘É lícito, se você crê de todo o coração’. Então ele disse: ‘Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.]’ Então mandou parar a carruagem, ambos desceram à água, e Filipe batizou o eunuco. Quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou Filipe, e o eunuco não o viu mais; e este foi seguindo o seu caminho, cheio de alegria” (At 8:36-39) (AA, p. 68, 69 [107, 108]).
“Ora, a passagem da Escritura que ele estava lendo era esta: ‘Foi levado como ovelha ao matadouro; e, como um cordeiro mudo diante do seu tosquiador, Ele não abriu a boca’” (At 8:32).