Terça-feira
03 de novembro
Ensinar, pregar e curar
Aconteceu, depois disso, que Jesus andava de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do Reino de Deus. Iam com Ele os doze discípulos. Lucas 8:1

Cristo poderia ter ocupado o mais elevado lugar entre os mestres da nação judaica, mas preferiu levar o evangelho aos pobres. Ia de lugar a lugar, para que os que se achavam nos caminhos e atalhos pudessem ouvir as palavras da verdade. Na praia, nas encostas das montanhas, nas ruas da cidade, nas sinagogas, Sua voz se fazia ouvir explicando as Escrituras. Muitas vezes ensinava no pátio do templo a fim de os gentios Lhe poderem ouvir as palavras (CBV, p. 10 [20, 21]).

Jesus observava com profundo interesse as mudanças na fisionomia dos ouvintes. Os rostos que expressavam interesse e prazer Lhe davam grande satisfação. Quando as flechas da verdade penetravam a mente, rompendo as barreiras do egoísmo e ocasionando a contrição e, por fim, o reconhecimento, o Salvador Se alegrava.

Quando Seus olhos percorriam a multidão dos ouvintes, e reconhecia entre eles os rostos que já vira anteriormente, Seu semblante se iluminava de alegria. Via neles candidatos em potencial a súditos de Seu reino. Quando a verdade, dita com clareza, atingia algum ídolo acariciado, observava a mudança de fisionomia, o olhar frio de repulsa, que mostrava que a luz não era bemvinda. Quando via pessoas recusarem a mensagem de paz, isso Lhe feria profundamente o coração (DTN, p. 193, 194 [255]).

“Jesus percorria toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do Reino e curando todo tipo de doenças e enfermidades entre o povo” (Mt 4:23).