Todo verdadeiro discípulo nasce no reino de Deus como missionário. Aquele que bebe da água viva se torna fonte de vida. E o que recebe se torna doador. A graça de Cristo no coração é uma fonte no deserto, fluindo para satisfazer a todos e fazendo com que aqueles que estão quase a perecer fiquem ansiosos para beber da água da vida (DTN, p. 146 [195]).
Durante Seu ministério, Jesus havia mantido constantemente diante dos discípulos o fato de que eles deviam ser um com Ele em Sua missão de recuperar o mundo da escravidão do pecado. Quando enviou os Doze e depois os Setenta para proclamarem o reino de Deus, Cristo estava ensinando a eles o dever de repartir com outros o que Ele lhes havia revelado. Em toda a Sua obra, Jesus os preparou para o trabalho individual em favor das pessoas, que deveria ser expandido à medida que o número deles aumentasse, até finalmente alcançar os confins da Terra. A última lição que deu aos Seus seguidores foi que haviam sido confiadas a eles as boas-novas de salvação para o mundo (AA, p. 21 [32]).
“Então Paulo e Barnabé, falando ousadamente, disseram: – Era necessário pregar a palavra de Deus primeiro a vocês. Mas, como vocês a rejeitam e se julgam indignos da vida eterna, eis que nos voltamos para os gentios. Porque o Senhor assim nos determinou: ‘Eu coloquei você como luz dos gentios, a fim de que você seja para salvação até os confins da terra’” (At 13:46, 47).