A Palavra de Deus, contida no Antigo e Novo Testamentos, estudada com fidelidade e recebida na vida, comunica sabedoria e vida espirituais. Essa Palavra deve ser amada com amor sagrado. A fé na Palavra de Deus e o poder de Cristo para transformar a vida habilitarão o crente para realizar Suas obras e viver jubilosamente no Senhor (T9, p. 217, 218 [279]).
A vida em que é cultivado o temor do Senhor não será uma vida de tristeza e melancolia. É a ausência de Cristo que torna triste a fisionomia, e a vida uma peregrinação de gemidos. Quem muito se considera e está cheio de amor-próprio não sente a necessidade de união vital e pessoal com Cristo. O coração que não caiu sobre a Rocha se vangloria de sua integridade.
Os homens desejam uma religião dignificada. Desejam caminhar em um caminho fácil para admitir seus bons predicados. Seu amor-próprio e sua ambição de popularidade e elogio excluem do coração o Salvador, e, sem Ele, só há melancolia e sombra. Mas Cristo habitando na vida é uma fonte de alegria. Para todos aqueles que O aceitam, a nota predominante da Palavra de Deus é a alegria (PJ, p. 90 [162]).
“Tenho grande alegria no Senhor! A minha alma se alegra no meu Deus, porque me cobriu de vestes de salvação e me envolveu com o manto de justiça, como noivo que se adorna de turbante, como noiva que se enfeita com as suas joias” (Is 61:10).