Devemos considerar a Bíblia como a revelação, feita a nós por Deus, das coisas eternas, as questões de maior importância para nosso conhecimento. Pelo mundo é ela deixada de lado, como se a leitura já tivesse acabado. Entretanto, um milênio de pesquisas não esgotaria o tesouro escondido que ela contém. Somente a eternidade desvendará a sabedoria desse Livro, pois é a sabedoria de uma mente infinita (CPPE, p. 318 [443]).
É muito pequeno o benefício que se tira de uma leitura apressada das Escrituras. Pode-se ler a Bíblia inteira sem que se veja sua beleza ou se compreenda sua profundidade, nem seus significados mais latentes. […] Algumas partes da Escritura são, efetivamente, bastante fáceis de entender, mas há outras cujo significado não está na superfície, de modo que possam ser entendidas na primeira leitura. As passagens devem ser comparadas umas com as outras. Deve haver cuidadosa pesquisa, reflexão e oração. Um estudo assim será ricamente recompensado. Como o garimpeiro que descobre veios de metais preciosos escondidos sob a superfície da terra, também aquele que, com perseverança, busca a Palavra de Deus como se procurasse um tesouro escondido encontra verdades de grande valor, as quais estão escondidas daqueles que pesquisam de maneira descuidada (CC, p. 57, 58 [90]).
Se o tempo e os esforços gastos em tentar aprender as brilhantes ideias dos incrédulos fossem dedicados a estudar as preciosidades da Palavra de Deus, milhares dos que agora estão assentados em trevas e sombras de morte estariam se alegrando na glória da Luz da vida (CBV, p. 280 [440]).
“Vocês examinam as Escrituras, porque julgam ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de Mim” (Jo 5:39).