Não há um mandamento da lei que não se destine ao bem e à felicidade do homem, tanto nesta vida quanto na futura. Na obediência à lei de Deus, o ser humano se acha circundado como por um muro, e protegido do mal (MDC, p. 39 [52]).
A lei dada no Sinai era a enunciação do princípio do amor, a revelação, feita à Terra, da lei do Céu. Foi ordenada pela mão de um Mediador – proferida por Aquele por cujo poder o coração dos seres humanos podia ser posto em harmonia com seus princípios. Deus revelara o desígnio da lei quando declarara a Israel: “Vocês serão homens consagrados a Mim” (Êx 22:31) (MDC, p. 36 [46]).
A promessa do novo concerto é: “Imprimirei as Minhas leis no coração deles e as inscreverei sobre a sua mente” (Hb 10:16). Embora o sistema de símbolos que apontava para Cristo como o Cordeiro de Deus que devia tirar o pecado do mundo havia de passar com Sua morte, os princípios de justiça contidos no Decálogo são tão imutáveis como o trono eterno. Nenhum mandamento foi anulado, nenhuma letra ou acento foi mudado. Os princípios que foram dados a conhecer ao ser humano no paraíso como a grande lei da vida existirão, imutáveis, no paraíso restaurado. Quando o Éden voltar a florir na Terra, a lei divina do amor será obedecida por todos debaixo do Sol (MDC, p. 39 [50]).
“Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor: ‘Imprimirei as Minhas leis no coração deles e as inscreverei sobre a sua mente’” (Hb 10:16).