Visto a lei do Senhor ser perfeita, e, portanto, imutável, é impossível aos homens pecadores satisfazer, por si mesmos, a norma de sua exigência. Foi por isso que Jesus veio como nosso Redentor. Era Sua missão, mediante o tornar os homens participantes da natureza divina, colocá-los em harmonia com os princípios da lei celestial. Quando abandonamos nossos pecados e recebemos a Cristo como nosso Salvador, a lei é exaltada. Pergunta o apóstolo Paulo: “Anulamos, então, a lei por meio da fé? De modo nenhum! Pelo contrário, confirmamos a lei” (Rm 3:31) (MDC, p. 38 [50]).
O Senhor não exige nada menos de cada um de Seus seguidores, que eles revelem o caráter de Cristo ao mundo, em sua vida individual. Exige que, por discurso e exemplo, deem testemunho de que não foi em vão que Cristo sofreu e morreu para que a imagem de Deus fosse restaurada neles, pela Sua graça redentora (TM, p. 319 [438]).
Deus apela aos que dizem ter sido delegado a eles dar a verdade ao mundo, para que mostrem que estão em ligação com Deus em todos os lugares, tanto grandes como pequenos, na vida pública e nos caminhos da vida particular. Que demonstrem que o cristianismo fez por eles um nobre trabalho, que são mais santos, mais felizes do que os que não reconhecem a sua fidelidade aos mandamentos de Deus (TM, p. 319 [438]).
“O temor do Senhor é límpido e permanece para sempre; os juízos do Senhor são verdadeiros e todos igualmente, justos” (Sl 19:9).