Sexta-feira
20 de novembro
A lei é o penhor da vida eterna
Os Teus testemunhos, recebi-os por legado perpétuo, porque são a alegria do meu coração. Salmo 119:111

Veio para manifestar a natureza de Sua lei e revelar em Seu caráter a beleza da santidade. Cristo veio ao mundo com o amor acumulado de toda a eternidade. Varrendo aquelas cobranças que tinham atravancado a lei de Deus, Ele mostrou que essa é uma lei de amor, uma expressão da bondade divina. Mostrou que, na obediência a seus princípios, está envolvida a felicidade das pessoas, e com ela a estabilidade, o próprio fundamento e estrutura da sociedade humana.

Longe de fazer exigências arbitrárias, a lei de Deus é dada ao ser humano como um amparo, uma proteção. Quem quer que aceite seus princípios será preservado do mal. A fidelidade para com Deus compreende a fidelidade para com as pessoas. Assim, a lei resguarda os direitos, a individualidade de cada ser humano. Ela restringe da opressão os que estão em posição superior, e da desobediência os que se encontram em posição subordinada. Garante o bem-estar de todos, tanto neste mundo quanto no vindouro. É o penhor da vida eterna para aquele que obedece, pois expressa os princípios que permanecem para sempre (Ed, p. 53 [76]).

“A erva seca e as flores caem, soprando nelas o hálito do Senhor. Na verdade, o povo é erva. A erva seca e as flores caem, mas a palavra do nosso Deus permanece para sempre” (Is 40:7, 8).