Sábado
28 de novembro
Contemplar a Cristo
Mesmo sem tê-Lo visto vocês O amam. Mesmo não O vendo agora, mas crendo Nele, exultam com uma alegria indescritível e cheia de glória, obtendo o alvo dessa fé: a salvação da alma. 1 Pedro 1:8, 9

O Cristo crucificado deve ser o tema de nossas meditações, de nossas conversas e de nossas mais alegres emoções. Devemos ter em mente cada bênção que recebemos de Deus. Ao percebermos Seu grande amor, devemos estar dispostos a confiar tudo nas mãos que foram cravadas na cruz em nosso favor (CC, p. 66 [103]).

Sempre que Suas palavras de instrução têm sido recebidas e de nós se têm apossado, Jesus é para nós uma presença permanente, dominando nossos pensamentos, ideias e ações. Somos cheios da instrução do maior dos Mestres que o mundo já conheceu (TM, p. 284 [389]).

Temos a companhia da presença divina. E ao reconhecermos essa presença, nossos pensamentos são levados cativos a Jesus Cristo. Nossos exercícios espirituais estão de acordo com a intensidade de nosso senso dessa companhia. Dessa maneira Enoque andou com Deus. E Cristo habita em nosso coração pela fé quando consideramos o que Ele é para nós, e que obra tem realizado por nós no plano da redenção. Seremos muito felizes se cultivarmos o senso dessa grande dádiva de Deus ao nosso mundo e a nós pessoalmente (TM, p. 283 [388]).

“Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16).