A vida cristã deve ser de fé, vitória e alegria em Deus. […] Com razão Neemias, servo de Deus, declarou: “A alegria do Senhor é a força de vocês” (Ne 8:10). E Paulo escreveu: […] “Estejam sempre alegres. Orem sem cessar. Em tudo, deem graças, porque esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus” (1Ts 5:16–18) (GC, p. 400, 401 [477]).
Resoluta perseverança em seguir a justiça, disciplinando a mente por meio de exercícios religiosos visando ao amor à devoção e às coisas celestiais, trará maior felicidade. Se pusermos em Deus a nossa confiança, teremos a capacidade de direcionar a mente para essas coisas. Por meio de exercício contínuo, ela se tornará forte para enfrentar os inimigos internos e controlar o eu, até a completa transformação e o domínio perfeito dos desejos e apetites. Então haverá piedade diária em casa e fora dela, e, quando nos ocuparmos do trabalho pelos pecadores, um poder assistirá nossos esforços.
O cristão humilde não terá períodos de devoção irregulares, instáveis, supersticiosos, mas calmos e tranquilos, profundos, constantes e fervorosos. O amor de Deus e a prática da piedade serão agradáveis quando houver perfeita submissão a Deus (T2, p. 412, 413 [506, 507]).
“Achadas as Tuas palavras, logo as comi. As Tuas palavras encheram o meu coração de júbilo e de alegria, pois sou chamado pelo Teu nome, ó Senhor, Deus dos Exércitos” (Jr 15:16).