Sempre foi propósito de Deus tirar luz das trevas, alegria da tristeza, descanso do cansaço, para serem desfrutados pela pessoa que espera com muito fervor (T5, p. 183 [216]).
No tempo do fim, o povo de Deus suspirará e chorará por causa das abominações que se praticam na Terra. Com lágrimas, advertirão os ímpios do perigo que correm em transgredir a lei divina, e com indescritível tristeza se humilharão perante o Senhor em penitência. Os ímpios zombarão de sua tristeza e ridicularizarão seus solenes apelos. Entretanto, a angústia e a humilhação do povo de Deus é uma segura evidência de que estão reconquistando a força e a nobreza de caráter perdidos em consequência do pecado. […] Terão resistido aos ardis do enganador, sem ter deixado sua lealdade a Deus por causa do rugido do dragão. […]
Cristo é revelado como Redentor e Libertador de Seu povo. Os remanescentes são agora, sem dúvida, “homens portentosos”, quando as humilhações e as lágrimas de sua peregrinação dão lugar a exaltação e honra na presença de Deus e do Cordeiro (PR, p. 344, 345 [590-592]).
“Ouve, Senhor, e tem compaixão de mim; sê Tu, Senhor, o meu auxílio. Tornaste o meu pranto em dança alegre; tiraste o meu pano de saco e me cingiste de alegria, para que o meu espírito Te cante louvores e não se cale. Senhor, Deus meu, graças Te darei para sempre” (Sl 30:10–12).