É desígnio de Deus que todos sejam trabalhadores. Os incansáveis animais de carga correspondem ao fim para que foram criados, melhor que a pessoa preguiçosa. Deus é um trabalhador constante. Os anjos são trabalhadores; são ministros de Deus para com os filhos dos homens. Os que aguardam um Céu de inatividade ficarão decepcionados, pois a ordem celestial não provê lugar algum para satisfação da preguiça. É prometido, porém, repouso ao cansado e ao oprimido. É ao servo fiel que serão dadas as boas-vindas, de seu trabalho para a exaltação de seu Senhor. Com satisfação despirá sua armadura e esquecerá o fragor da batalha no glorioso descanso preparado para os que vencem mediante a cruz de Cristo (MJ, p. 163 [216]).
O peso da ira de Deus descerá sobre aqueles que desperdiçaram seu tempo e serviram às riquezas em vez de servir ao seu Criador. Se viver para Deus e para o Céu, apontando o caminho da vida a outros, você avançará para frente e para cima, rumo às mais elevadas e santas alegrias. Será recompensado com o “muito bem, servo bom e fiel […]. Venha e participe da alegria do seu Senhor!” (Mt 25:21, NVI) (T4, p. 49 [54]).
“Eu plantei, Apolo regou, mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. Ora, o que planta e o que rega são um, e cada um receberá a sua recompensa de acordo com o seu próprio trabalho. Porque nós somos cooperadores de Deus, e vocês são lavoura de Deus e edifício de Deus” (1Co 3:6–9).