Ao passo que, para os ímpios, o advento do Senhor significa miséria e desolação, para os justos é sinônimo de alegria e esperança (GC, p. 288 [339]).
É à meia-noite que Deus manifesta Seu poder para o livramento de Seu povo. O Sol aparece resplandecendo em sua força. Sinais e maravilhas se seguem em rápida sucessão. Os ímpios contemplam a cena com terror e espanto, enquanto os justos veem com solene alegria os sinais de seu livramento. […]
Logo surge no oriente uma pequena nuvem escura, aproximadamente do tamanho da metade da mão de um homem. […] O povo de Deus sabe que esse é o sinal do Filho do Homem. Em solene silêncio, contempla a pequena nuvem enquanto se aproxima da Terra, cada vez mais brilhante e gloriosa, até que se transforma em uma grande nuvem branca, mostrando na base uma glória semelhante ao fogo consumidor e, acima dela, o arco-íris do concerto. Jesus, na nuvem, avança como poderoso vencedor. […] Nenhuma caneta consegue descrever essa cena; mente mortal alguma tem a capacidade de imaginar seu esplendor (GC, p. 528, 531 [636, 640, 641]).
Os que realmente amam ao Salvador receberão com regozijo o anúncio fundamentado na Palavra de Deus de que Aquele em quem se centralizam as esperanças de vida eterna virá outra vez, não para ser insultado, desprezado e rejeitado, como ocorreu no primeiro advento, mas com poder e glória, para redimir Seu povo. Os que não amam o Salvador é que não desejam Sua vinda (CG, p. 288 [340]).