Sábado
12 de dezembro
Imaculados diante do trono do Pai
E ao Deus que é poderoso para evitar que vocês tropecem e que pode apresentá-los irrepreensíveis diante da Sua glória, com grande alegria, a este que é o único Deus, nosso Salvador, mediante Jesus Cristo, Senhor nosso, sejam a glória, a majestade, o poder e a autoridade, antes de todas as eras, agora, e por toda a eternidade. Amém! Judas 24, 25

Por entre as oscilações da terra, o clarão do relâmpago e o estrondo do trovão, a voz do Filho de Deus chama os santos que dormem. Ele olha para a sepultura dos justos e, levantando as mãos para o céu, diz em alta voz: “Despertem, despertem, despertem, vocês que dormem no pó, e levantem-se!” Por toda a extensão da Terra, os mortos ouvirão aquela voz, e os que ouvirem viverão.

A Terra inteira ecoará o som dos passos da multidão extraordinariamente grande, composta de pessoas de toda nação, tribo, língua e povo. Elas vêm do cárcere da morte, revestidas de glória imortal e clamando: “Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” (1Co 15:55). E os vivos justos com os santos ressuscitados unem as vozes em prolongada e alegre aclamação de vitória (GC, p. 534 [644]).

Novamente a família estará unida. Ao contemplarmos a morte de nossos queridos, podemos pensar na manhã em que a trombeta de Deus soará, e “os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1Co 15:52). Mais um pouco, e veremos o Rei em Sua formosura. Mais um pouco, e Ele enxugará toda lágrima de nossos olhos. Um pouco mais, e nos apresentará “irrepreensíveis diante da Sua glória” (Jd 24) (DTN, p. 507 [632]).

“Num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta” (1Co 15:52).