O profeta contempla “o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. […] de um e de outro lado do rio, está a árvore da vida” (Ap 22:1, 2). “Já não existirá mais morte, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap 21:4). […]
“Estes são os que vêm da grande tribulação, que lavaram suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro. Por isso, estão diante do trono de Deus e O adoram de dia e de noite no Seu santuário. […] Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem qualquer outro calor forte, pois o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida” (Ap 7:14–17) (Ed, p. 212 [302, 303]).
Ah! Quem me dera possuir linguagem para exprimir as glórias do resplandecente mundo vindouro! Estou sedenta das águas vivas que alegram a cidade de nosso Deus (PE, p. 56 [39]).
Tudo o que é belo em nosso lar terrestre deve nos lembrar do rio de cristal e dos verdes campos, das árvores ao vento e das fontes vivas, da cidade resplandecente e dos cantores de vestes brancas de nosso lar celestial; mundo de beleza que nenhum artista pode desenhar nem língua mortal descrever (CPPE, p. 41, 42 [55]).
“Eis que Eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas. Exultem e alegrem-se para sempre no que Eu crio; porque eis que crio para Jerusalém alegria e para o seu povo, exultação” (Is 65:17, 18).