Muitos cristãos têm repetido as palavras do texto bíblico de hoje. Essa também foi a experiência de minha tia Altagracia, uma cristã humilde e dedicada. Certa vez, ela foi com a filha e os netos passar um dia na praia. O dia transcorreu como de costume: nadaram, brincaram, descansaram e comeram.
Quando chegou a hora de voltar para casa, Marcelito começou a sofrer um ataque de asma. Minha tia gritou:
– Flor, rápido!! O Marcelito está tendo um ataque de asma! Onde está a medicação dele?
Minha prima correu até o carro. Ela havia esquecido a medicação e precisava se apressar para chegar em casa. Enquanto procurava freneticamente a chave, percebeu que os lábios de Marcelito estavam começando a ficar azulados. O problema era grave. Era necessário ir rapidamente para casa. Mas a chave não aparecia. Aterrorizada, percebeu que tinha perdido a chave na praia. Outra olhada em Marcelito foi suficiente para que o pânico tomasse conta dela.
Correram novamente à praia, mas, ao chegarem, viram que a maré havia coberto toda a areia. Minha tia compreendeu que a vida de seu neto estava em sério perigo. Cada segundo podia significar risco de morte. Era urgente encontrar a chave, mas a água já chegava até os joelhos no local onde haviam passado o dia. Como encontrar a chave ali? As ondas haviam revirado tudo.
Então, minha tia fez o que diz o texto de hoje: clamou a Deus. Do fundo de seu coração, suplicou ao Deus a quem havia dedicado sua vida: “Senhor, meu Deus, preciso dessa chave. Entregue-a para mim, por favor”, disse em uma oração que brotava do mais profundo de seu ser, purificada pelas lágrimas que escorriam abundantemente de seus olhos. Então ela se inclinou, mergulhou as mãos na água e agarrou um punhado de areia. Ao levantar as mãos e abri-las, a chave apareceu diante de seus olhos.
Busque a Deus todos os dias para conhecê-Lo melhor. E, quando precisar, clame ao Senhor com confiança, pois Ele ouvirá sua voz.