Obediência a Deus é o primeiro dever do cristão (T4, p. 535 [610]). A pessoa que tenta observar os mandamentos de Deus por um senso de obrigação apenas – porque é requerido que assim faça – jamais sentirá o prazer da obediência. Não obedece. Quando, por contrariarem a inclinação humana, as exigências de Deus são consideradas um fardo, podemos saber que a vida não é uma vida cristã. A verdadeira obediência é a expressão de um princípio interior. Origina-se do amor à justiça, o amor à lei de Deus. A essência de toda justiça é lealdade ao nosso Redentor. Isso nos levará a fazer o que é reto porque é reto, porque a retidão é agradável a Deus (PJ, p. 50 [97]).
Cristo tem reivindicações de amor quanto a todos pelos quais deu Sua vida: eles devem obedecer à Sua vontade se quiserem participar das alegrias que Ele preparou para todos os que refletem Seu caráter aqui (T9, p. 221 [284]).
Está escrito a respeito de Cristo: “A vida estava Nele e a vida era a luz dos homens” (Jo 1:4). Ele é a fonte de vida. Obediência a Ele é o poder outorgador de vida que alegra a alma (T8, p. 238 [288]).
“Todas as nações que fizeste virão, se prostrarão diante de Ti, Senhor, e glorificarão o Teu nome. Pois Tu és grande e operas maravilhas; só Tu és Deus! Ensina-me, Senhor, o Teu caminho, e andarei na Tua verdade; põe em meu coração o desejo de temer o Teu nome” (Sl 86:9–11).