Se os homens pudessem enxergar um momento para além do horizonte da visão finita, se eles pudessem ter um vislumbre do Eterno, toda boca com seu orgulho se calaria (CPPE, p. 51 [66]).
É um orgulho ímpio que se deleita na vaidade das próprias obras, que se ensoberbece das excelentes qualidades de alguém, buscando fazer com que outros pareçam inferiores a fim de exaltarem o eu, reivindicando mais glória do que o frio coração está disposto a dar a Deus. Os discípulos de Cristo atentarão à instrução do Mestre. Ele nos ordenou amar uns aos outros assim como nos amou (T4, p. 195, 196 [223]).
O amor se regozija na verdade e não estabelece comparações invejosas. Quem possui amor compara somente seu próprio caráter imperfeito com a amabilidade de Cristo. […] Não há religião na entronização do próprio eu. Aquele cujo alvo é a glorificação própria estará destituído daquela graça que, somente ela, pode torná-lo eficiente no serviço de Cristo. Quando são tolerados o orgulho e a complacência própria, a obra é arruinada. […] O menor dever cumprido com sinceridade e desinteresse é mais agradável a Deus que a maior obra quando manchada pelo egoísmo (PJ, p. 237 [402]).
Todo aquele que enaltece a si mesmo remove o brilho de seus melhores esforços (T4, p. 531 [607]).
Não é cabível nos vangloriarmos de algum mérito (PJ, p. 236 [401]).
“O Senhor é excelso, contudo, atenta para os humildes; os soberbos, Ele os conhece de longe” (Sl 138:6).