As missões estrangeiras dos adventistas do sétimo dia começaram apesar da relutância de alguns membros. A distribuição das primeiras publicações inspirou imigrantes a enviá-las para seus familiares no exterior. Como resultado, na década de 1860, já havia conversos em outros países. Até o final de 1864, a África contava com pelo menos dois crentes, e um deles logo levaria a mensagem para a Austrália.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia, recém-organizada, se viu diante do desafio das missões estrangeiras. Além dos conversos, havia pedidos para o envio de missionários. Tiago White foi um dos primeiros a perceber essa necessidade. Em 1863, antes mesmo da organização da Associação Geral, ele declarou: “Nossa mensagem é mundial.” Pouco depois, sugeriu enviar um missionário para a Europa. Foi anunciado que Benjamin Snook poderia ser enviado ainda naquele ano.
Entretanto, a organização era tão carente de pessoal que não podia abrir mão de Snook. Mas havia um ministro que estava ansioso para fazer essa viagem: Michael Czechowski, ex-padre católico polonês convertido nos Estados Unidos. Em 1858, ele escreveu: “Como eu gostaria de viajar para meu país natal, do outro lado do mar, e contar a todos sobre a vinda de Jesus e a gloriosa redenção, e que devem guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus.”
Porém, por ser novo na fé e ter uma personalidade considerada difícil, a igreja se recusou a enviá-lo. Frustrado, o decidido polonês buscou apoio dos adventistas dominicais, que o ajudaram. Mas, ao chegar à Europa, ele pregou a mensagem adventista do sétimo dia.
A história da igreja adventista é repleta de pessoas improváveis. Deus nos usa apesar de nossas falhas e nunca desiste de nós, mesmo quando demoramos a cumprir Sua vontade.
Permita que Ele use você hoje. Compartilhe Sua luz com alguém que precisa dela.