Na prisão, o anjo de Deus apareceu a Pedro; […] depois de passarem pelos guardas armados, pelas portas maciças e pelo grande portão de ferro com seus ferrolhos e travessas, o anjo guiou o servo de Deus em segurança (Ed, p. 182 [255]).
Então, ele se deu conta de que estava livre, em uma parte da cidade que lhe era familiar; reconheceu o lugar como sendo um que frequentara muitas vezes e por onde esperara passar no dia seguinte pela última vez. […] Compreendeu que sua liberdade não era ilusão, sonho ou visão, mas uma bendita realidade. No dia seguinte, seria levado para morrer, mas um anjo o livrara da prisão e da morte. […]
O apóstolo foi imediatamente à casa em que seus irmãos estavam reunidos e onde naquele momento se encontravam em fervorosa oração por ele. [… (At 12:13–17)]. Alegria e louvor encheram o coração dos crentes porque Deus tinha ouvido e atendido suas orações e libertado Pedro das mãos de Herodes (AA, p. 94 [148, 149]).
“Então Pedro, caindo em si, disse: ‘Agora sei que, de fato, o Senhor enviou o Seu anjo e me livrou da mão de Herodes e de toda a expectativa do povo judeu’” (At 12:11).