Multidões são atraídas por uma vida de egoísmo e prazeres carnais. Não conseguem discernir os perigos ocultos ou o terrível fim do percurso que aparenta ser o caminho da felicidade. Mediante a condescendência com o apetite e os impulsos, desperdiçam as energias, e milhões se arruínam tanto para este mundo quanto para o por vir (CBV, p. 230 [371]).
O verdadeiro cristão não desejará entrar em nenhum lugar de entretenimento nem se envolver em nenhum divertimento sobre o qual não possa pedir a bênção de Deus. Ele não será encontrado nos teatros nem nos salões em que se jogam bilhar e boliche. Não se unirá aos insinuantes dançarinos nem se entregará a qualquer outro prazer enfeitiçante que acabe por afastar Cristo da mente. […]
Quando chegarmos à hora final, e ficarmos face a face com o registro de nossa vida, será que vamos lamentar o fato de termos ido a tão poucas festas de diversão? Ou de termos participado de tão poucos momentos de alegria leviana? Não lamentaremos muito mais as horas desperdiçadas em satisfação egoísta – tantas oportunidades negligenciadas que, se tivessem sido devidamente aproveitadas, teriam nos garantido tesouros eternos? (MJ, p. 308 [398]).
“Portanto, tenham cuidado com a maneira como vocês vivem, e vivam não como tolos, mas como sábios, aproveitando bem o tempo, porque os dias são maus. Por esta razão, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor” (Ef 5:15-17).