Sábado
14 de novembro
APRENDENDO A ACEITAR AS RESPOSTAS DE DEUS – PARTE 2
A Ele clamei com a boca; com a língua O exaltei. Salmo 66:17

Eu tinha acabado de jantar, mas ainda sentia um pouco de fome. Enquanto lavava a louça naquela noite, disse à minha mãe: “Estou com vontade de comer chow mein (um prato chinês). Minha família geralmente prefere arroz a massas. Assim, sendo a única apaixonada por macarrão, costumo prepará-lo quando estou com vontade. Naquela noite, porém, tive que me lembrar de que havia acabado de comer e que um copo d’água deveria ser suficiente.

Mas, aparentemente, Deus pensava diferente. Veja, enquanto eu contava à minha mãe sobre meu desejo, Deus sabia como estava o meu estômago após aquela refeição. Por mais simples que isso pareça, se tornou especial quando meu pai chegou em casa mais tarde e disse: “Eu trouxe chow mein para você.”

Sempre dou muita importância às respostas de Deus para mim, especialmente quando envolvem outras pessoas. É a minha forma de lembrar a todos que temos um Pai celestial que “há de suprir, em Cristo Jesus, tudo aquilo de que vocês precisam” (Fp 4:19). Transformei aquele “momento do chow mein” em uma breve reflexão para a minha família. Agradeci a Deus por ter me ouvido, mesmo sem que eu tenha feito uma oração formal; percebi que Ele sempre nos ouve. Pode ter sido um desejo simples, até “não declarado”, mas Deus o tratou como algo importante. E, ao fazer isso, Ele me lembrou de que está sempre atento.

Ao orarmos, Ele nos ensina a fazer do caminho Dele o nosso. Ter uma relação íntima com Deus é uma verdadeira bênção. Passar tempo com Ele nos permite compreender melhor quem Ele é, a crescer com Ele e Nele. Qualquer relacionamento humano requer comunicação para se manter. Nosso relacionamento com Deus exige o mesmo: comunhão com Ele. Descuidar-se dessa relação gera o mesmo resultado que ignorar aqueles que amamos e de quem cuidamos. Por outro lado, quanto mais tempo passamos com Deus, mais próximos ficamos.

Por que não nos dedicamos a fortalecer nosso relacionamento com Deus tanto quanto nos empenhamos nos laços com cônjuges, familiares e amigos? Ao aprendermos a andar nos caminhos Dele, descobrimos que Ele é um “Amigo mais chegado que um irmão” (Pv 18:24).

Renauta Hinds