Quinta-feira
10 de setembro
Cantar é um ato de adoração
Então o rei Ezequias e os chefes ordenaram aos levitas que louvassem o Senhor com as palavras de Davi e de Asafe, o vidente. Eles o fizeram com alegria, e se inclinaram, e adoraram. 2 Crônicas 29:30

Cantar como parte do culto religioso é um ato de adoração tanto quanto a prece (PP, p. 526 [594]).

Uma congregação pode ser a mais pobre da Terra. Pode não ter atrativo algum de pompa exterior; mas, se os membros possuírem os princípios do caráter de Cristo, terão Sua paz no espírito. Os anjos se unirão a eles na adoração. O louvor e a ação de graças de corações agradecidos ascenderão a Deus como suave oferta. […]

Quando jornadeava pelo deserto, o povo de Israel louvava a Deus com cânticos sacros. Os mandamentos e promessas de Deus eram postos em música e, durante toda a viagem, eram cantados pelos viajantes peregrinos. E em Canaã, quando se congregassem nas festas sagradas, as maravilhosas obras de Deus deviam ser relembradas e oferecidas ações de graças ao Seu nome.

Deus desejava que toda a vida de Seu povo fosse uma vida de louvor. Assim Seu caminho deveria tornar-se conhecido na Terra e, “em todas as nações”, a Sua “salvação” (Sl 67:2). Assim deve ser agora (PJ, p. 173 [298, 299]).

“Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o Seu rosto; para que se conheça na Terra o Teu caminho e, em todas as nações, a Tua salvação. Louvem-Te os povos, ó Deus! Louvem-Te os povos todos!” (Sl 67:1-3).