Muitos, mesmo nas horas de devoção, deixam de receber a bênção da comunhão real com Deus. Estão com muita pressa. Com passos apressados, entram na adorável presença de Cristo e ficam ali, no lugar sagrado, talvez por um momento, mas não esperam Seu conselho. Não têm tempo de permanecer com o Mestre divino. E, com seus fardos, eles voltam a suas atividades.
Esses trabalhadores jamais poderão alcançar o verdadeiro sucesso antes que aprendam o segredo da força. Devem separar tempo para pensar, orar e esperar de Deus a renovação da força física, mental e espiritual. Precisam da influência enobrecedora de Seu Espírito. Ao recebê-la, terão o ânimo de uma nova vida. O corpo exausto e o cérebro cansado receberão refrigério, e o coração oprimido ganhará alívio.
Não é suficiente uma parada momentânea em Sua presença, mas nossa necessidade é um contato pessoal com Cristo, sentando-nos em Sua companhia. Felizes serão [se] […] aprenderem a preciosa experiência descrita nestas palavras do Cântico dos Cânticos: “Como a macieira entre as árvores do bosque, assim é o meu Amado entre os jovens. Desejo muito a Sua sombra e debaixo dela me assento, e o Seu fruto é doce ao meu paladar. Ele me levou à sala do banquete, e o Seu estandarte sobre mim é o amor” (Ct 2:3, 4) (Ed, p. 185 [260-262]).