Jamais houve um evangelista como Cristo. Ele era a majestade do Céu, mas humilhou-Se para tomar nossa natureza, a fim de chegar ao ser humano na condição em que se achava. A todos, ricos e pobres, livres e servos, Cristo, o Mensageiro da aliança, trouxe as boas-novas de salvação. […] Assim ia de cidade em cidade, de vilarejo em vilarejo, pregando o evangelho e curando os enfermos – o Rei da glória na humilde veste humana (CBV, p. 10 [22]).
Era sempre paciente e bem-disposto, e os aflitos O saudavam como a um mensageiro de vida e paz. Via as necessidades de homens e mulheres, crianças e jovens, e a todos dirigia o convite: “Venham a Mim” (Mt 11:28).
Durante Seu ministério, Jesus dedicou mais tempo a curar os enfermos do que a pregar. Seus milagres testificavam da veracidade de Suas palavras, de que não veio a destruir, mas a salvar. Aonde quer que fosse, as novas de Sua misericórdia O precediam. Por onde havia passado, os que haviam sido alvo de Sua compaixão se regozijavam na saúde e experimentavam as forças recém-adquiridas. Multidões ajuntavam-se em torno deles para ouvir de seus lábios as obras que o Senhor realizara. Sua voz havia sido o primeiro som ouvido por muitos, Seu nome o primeiro proferido, Seu rosto o primeiro que contemplaram. Por que não haveriam de amar a Jesus e proclamar-Lhe o louvor? Ao passar por vilarejos e cidades, era como uma corrente vivificadora, difundindo vida e alegria (CBV, p. 9 [19, 20]).