Cientistas, atletas e artistas protagonizam histórias fascinantes. Embora nem sempre seja possível conferir a veracidade desses relatos, muitos deles se tornaram marcas registradas de seus célebres personagens. Albert Einstein, considerado um dos homens mais inteligentes da história, é frequentemente associado a diversas histórias geniais.
Apesar de ter começado a falar apenas aos três anos, aos vinte e poucos já era amplamente reconhecido por sua teoria da relatividade. Sua fama se espalhou rapidamente, e logo foi convidado por universidades de todo o mundo para ministrar conferências.
Seus biógrafos relatam que ele não gostava de dirigir, embora achasse os carros muito confortáveis. Por isso, contratou um motorista particular. Conta-se que, após anos de viagens juntos, Einstein comentou como era monótono repetir as mesmas coisas em cada palestra. O motorista, então, disse: “Se quiser, eu posso substituí-lo. Já ouvi seus conceitos tantas vezes que poderia recitá-los palavra por palavra.”
Einstein aceitou o desafio. Antes de chegar ao destino, trocaram de roupas, e o cientista se sentou ao volante do veículo. Chegaram ao local da conferência, e como nenhum dos acadêmicos presentes conhecia Einstein, ninguém percebeu o engano.
O motorista fez a mesma palestra que ouvira tantas vezes de seu chefe. No entanto, ao final da exposição, um professor destacado fez uma pergunta. O motorista não tinha a menor ideia da resposta, mas, em um golpe de inspiração, respondeu: “Bem, professor, a pergunta que você me faz é tão simples que vou deixar meu motorista, que está sentado ao fundo da sala, lhe responder.”
Muito provavelmente essa história seja apócrifa, pelo menos soa suspeita. Mas ela ilustra bem o que quero dizer: Prove os espíritos! Não aceite nada sem comprovar.
É perturbador pensar nisto, mas quantas vezes um falso profeta falou nos púlpitos das igrejas? Essa reflexão nos leva a questionar a veracidade do que ouvimos e a submeter todos os mestres religiosos à prova.