Deixe, pois, que sua propriedade o preceda no Céu. Deposite seu tesouro ao lado do trono de Deus. Assegure seu título às inescrutáveis riquezas de Cristo (PJ, p. 220 [375]).
Cristo conclama cada um a ponderar. Preste uma conta honesta. Coloque em um prato da balança Jesus, que significa tesouro eterno, vida, verdade, Céu e a alegria de Cristo pelos redimidos; no outro, coloque toda a atração que o mundo pode oferecer. Em um prato coloque sua perdição e a daqueles que você poderia ser instrumento para salvar; no outro, para você e para elas, uma vida que se compare com a vida de Deus. Pese para agora e para a eternidade. Enquanto você se ocupa nisso, Cristo diz: “O que adianta alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida verdadeira?” (Mc 8:36, NTLH).
Deus deseja que escolhamos o celestial em vez do terreno. Ele coloca diante de nós oportunidades de investir no Céu. Deseja prover encorajamento para nossas mais elevadas aspirações e segurança para nosso mais amado tesouro. Ele declara: “Farei com que as pessoas sejam mais escassas do que o ouro puro, mais raras do que o ouro de Ofir” (Is 13:12). Quando forem consumidas as riquezas que “as traças e a ferrugem corroem” (Mt 6:19), os seguidores de Cristo poderão rejubilar-se em seu tesouro celestial, em suas riquezas imperecíveis (PJ, p. 219, 220 [374]).
“Ajuntem tesouros no Céu, onde as traças e a ferrugem não corroem, e onde ladrões não escavam, nem roubam” (Mt 6:20).