No verso de hoje, lemos que 288 músicos de Israel eram filhos de Asafe, Hemã e Jedutum, três profetas musicais. Sob a direção do genial rei Davi, esses músicos eram intérpretes extraordinários. Como teria sido a música que executavam? Como seriam os concertos que realizavam? Deve ter sido uma época magnífica.
Dizem que, certa vez, perguntaram ao biólogo e filósofo Lewis Thomas qual obra ele recomendaria lançar no espaço, com a ideia de que algum dia uma civilização de outras galáxias a descobrisse, algo como uma cápsula do tempo. Lewis Thomas sugeriu que poderia ser uma transmissão ininterrupta das obras de Johann Sebastian Bach, “ainda que isso fosse um pouco presunçoso”, acrescentou.
Você consegue imaginar? Ele considerava a música de Bach tão bela que temia ser presunçoso exibi-la para inteligências intergalácticas. Os especialistas dizem que a música de Bach é a mais maravilhosa de todas as obras criadas pelos gênios musicais da história. Tim Crosby compilou alguns dos comentários sobre ele:
“Bach representa a música mais excelsa e pura que jamais se ouviu.” – Pablo Casals.
“Bach se assemelha a um astrônomo que, com a ajuda de um código cifrado, encontra as estrelas mais resplandecentes.” – Fréderic Chopin.
“A mais elevada música cristã de todo o mundo […]. Se a vida me tivesse arrebatado a fé e a esperança, uma simples peça [de Bach] as teria devolvido.” – Felix Mendelssohn.
“A música moderna deve tudo a Bach.” – Nikolai Rimski-Korsakov.
O mais incrível de tudo isso é que a música de Bach, assim como a música dos 288 cantores de Israel, honra a Deus. E a boa notícia é que, mesmo não sendo especialistas, algum dia também O honraremos com o cântico de Moisés e do Cordeiro. Você está se preparando para esse concerto?