Lições de grande proveito, mesmo nesta era de progresso educacional, podem ser encontradas na história do antigo povo de Deus (FEC, p. 72 [95]).
A arte da melodia sagrada era cultivada diligentemente. Não se ouviam danças frívolas ou canções irreverentes que louvassem o ser humano e desviassem de Deus a atenção. Ouviam-se, porém, sagrados e solenes salmos de louvor ao Criador, que engrandeciam Seu nome e relatavam Suas obras maravilhosas. Desse modo, fazia-se com que a música servisse a um santo propósito: erguer os pensamentos para aquilo que é puro, nobre e elevado, e despertar devoção e gratidão a Deus (FEC, p. 74 [97, 98]).
A música deve ter beleza, sentimento e poder. Ergam-se as vozes em hinos de louvor e devoção. Usem como auxílio, se possível, música instrumental, e que a harmonia gloriosa se eleve a Deus, em oferta aceitável (T4, p. 64 [71]).
“Como é bom anunciar de manhã o Teu amor e de noite, a Tua fidelidade, com a música de uma harpa de dez cordas e ao som da lira!” (Sl 92:2, 3, NTLH).