Deus não o chamou para ser um representante de Cristo sobre a Terra, rogando aos pecadores que se reconciliem com Ele? Essa é uma obra elevada e solene […] Você não está liberado das responsabilidades quando se encontra fora das reuniões; ainda é seu dever manter sua consagração à obra de salvar pessoas. Você deve ser uma carta viva, “conhecida e lida por todos” (2Co 3:2). A comodidade não deve ser considerada. Não se deve pensar em prazer. A salvação de almas é o tema dominante. É para esse trabalho que o ministro do evangelho de Cristo é chamado (T2, p. 570 [705]).
Como recompensa, os fiéis subpastores ouvirão do Supremo Pastor: “Muito bem, servo bom e fiel” (Mt 25:21). Ele lhes colocará a coroa de glória sobre a cabeça e os convidará a entrar na alegria do seu Senhor. Que alegria é essa? É, contemplar com Cristo os santos redimidos, revendo com Ele sua luta pelas pessoas, sua abnegação e sacrifício próprio, a privação de confortos, de ganhos seculares, de todo atrativo mundano e a escolha da vergonha, do sofrimento, da humilhação, do extenuante esforço e da angústia de espírito quando os homens se opunham ao conselho divino em prejuízo da própria alma. É trazer à lembrança a aflição de alma diante de Deus, seu pranto entre o alpendre e o altar, o terem se tornado “espetáculo para o mundo, tanto para os anjos como para os seres humanos” (1Co 4:9).
Tudo isso então haverá findado, e os frutos de seu trabalho serão vistos, pecadores salvos mediante seus esforços em Cristo. Os pastores que têm sido cooperadores com Cristo entrarão na alegria do seu Senhor e estarão satisfeitos (T2, p. 573 [709]).