Há amantes do mundo mesmo entre os que professam estar aguardando o Senhor. Há ambição de riquezas e de honras. Cristo descreve essa classe quando declara que o Dia de Deus virá como um laço sobre todos os que habitam na Terra. Este mundo é seu lar. Eles fazem do adquirir riquezas sua ocupação. Constroem custosas habitações e mobiliam-nas com tudo quanto é bom; comprazem-se no vestuário e na satisfação do apetite. As coisas do mundo são seus ídolos. Essas coisas se interpõem entre a pessoa e Cristo, e as solenes e assombrosas realidades que nos cercam não são vistas senão muito palidamente e muito fracamente avaliadas (T5, p. 390 [456]).
Se permitíssemos que nossa mente se demorasse mais em Cristo e no mundo celestial, encontraríamos poderoso estímulo e auxílio em lutar as batalhas do Senhor. O orgulho e o amor ao mundo perderão o poder ao contemplarmos as glórias daquela terra melhor, que logo será nossa pátria. Ao lado da beleza de Cristo, todos os atrativos terrestres parecerão de pouco valor (MJ, p. 85 [113]).
Melhor do que a companhia do mundo é a dos redimidos de Cristo. Melhor que um título para o mais nobre palácio da Terra é o título para as mansões que nosso Salvador foi preparar. E melhor que todas as palavras de louvor terreno serão as do Salvador aos servos fiéis: “Venham, benditos de Meu Pai! Venham herdar o reino que está preparado para vocês desde a fundação do mundo” (Mt 25:34) (PJ, p. 220 [374]).
“O mundo passa, bem como os seus desejos; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1Jo 3:17).