No Oriente, de modo geral, as casas dos pobres consistiam em um único quarto frequentemente sem janelas e escuro. O quarto raramente era varrido, e uma moeda que caísse era facilmente coberta por pó e lixo. Para encontrá-la, mesmo durante o dia, era preciso acender uma candeia e varrer a casa diligentemente.
O dote de casamento da mulher comumente consistia em moedas que ela guardava cuidadosamente como seu maior tesouro para transmitir às filhas. A perda de uma dessas moedas era considerada séria calamidade, e sua recuperação era causa de grande alegria, de que as vizinhas participavam prontamente (PJ, p. 108 [192, 193]).
“Eu afirmo a vocês que a mesma alegria existe diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (Lc 15:10). Se os anjos de Deus se regozijam pelo errante que vê e confessa suas culpas e volta à comunhão dos irmãos, quanto mais devem os seguidores de Cristo, eles próprios faltosos e dia a dia necessitados do perdão de Deus e dos irmãos, alegrar-se com a volta de um irmão ou irmã que foi iludido pelos enganos de Satanás (T3, p. 87 [100]).
“Louvem o nome do Senhor com danças; cantem-Lhe salmos ao som de tamborins e harpas. Porque o Senhor Se agrada do Seu povo e exalta os humildes com a salvação” (Sl 149:3, 4).