Pense, sim, pense, em suas horas de busca de prazer, que todas essas coisas terão fim. Se você tivesse uma correta visão da vida sem fim com Deus, rapidamente se afastaria dessa vida de prazer e pecado. Quão depressa mudaria sua mente, conduta e companhia e dirigiria a força de sua afeição a Deus e às coisas celestiais! Quão resolutamente desprezaria o fato de ter-se submetido às tentações que o enganaram e cativaram! Quão zelosos seriam seus esforços pela bendita vida, quão sinceras e perseverantes seriam suas orações a Deus para que Sua graça habitasse em você, por Seu poder para sustê-lo e ajudá-lo a resistir ao diabo!
Quão diligente seria em utilizar-se de cada privilégio religioso e aprender os caminhos e a vontade de Deus! Quão cuidadoso seria em meditar sobre a lei divina e comparar a própria vida com seus reclamos! Quão temeroso estaria, receando pecar por palavras e atos, e quão sinceramente cresceria em graça e verdadeira santidade! Sua conversação não trataria de coisas fúteis, mas do Céu. Então as coisas eternas e gloriosas lhe seriam abertas e você não descansaria até crescer cada vez mais em espiritualidade. As coisas terrenas, porém, exigem sua atenção, e Deus é esquecido. Rogo-lhe que dê meia-volta e busque a Deus; invoque-O “enquanto Ele está perto” (Is 55:6) (T2, p. 242 [290, 291]).
“Busquem o Senhor enquanto Ele pode ser encontrado; invoquem-No enquanto Ele está perto. Que o ímpio abandone o seu mau caminho, e o homem mau, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que Se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Is 55:6, 7).