Precisamos enfrentar nesta vida provas terríveis e fazer sacrifícios dispendiosos, mas a paz de Cristo é a recompensa. Tem havido tão pouco desprendimento, tão pouco sofrimento por amor a Cristo, que a cruz é quase inteiramente esquecida. Devemos ser coparticipantes de Cristo em
Seus sofrimentos se quisermos nos sentar em triunfo com Ele em Seu trono. Enquanto preferirmos o caminho fácil da transigência própria e nos amedrontarmos com a abnegação, nunca nossa fé se firmará, e não poderemos conhecer a paz de Jesus nem a alegria que provém do sentimento da vitória. Os mais exaltados daquela multidão de redimidos que estão em pé diante do trono de Deus e do Cordeiro, vestidos de branco, conhecem a luta necessária para vencer, pois vieram da grande tribulação (T5, p. 182, 183 [215]).
“Nisso vocês exultam, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejam contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da fé que vocês têm, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado pelo fogo, resulte em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo. Mesmo sem tê-Lo visto vocês O amam. Mesmo não O vendo agora, mas crendo Nele, exultam com uma alegria indescritível e cheia de glória, obtendo o alvo dessa fé: a salvação da alma” (1Pe 1:6-9).
“O que eu quero é conhecer Cristo e o poder da Sua ressurreição, tomar parte nos Seus sofrimentos e me tornar como Ele na Sua morte” (Fp 3:10). “Alegrem-se na medida em que são coparticipantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de Sua glória, vocês se alegrem, exultando” (1Pe 4:13).