Isaías ouviu ali o som de música e canto, como nenhum ouvido mortal jamais ouviu ou a mente humana imaginou além das visões recebidas de Deus. “Os que o Senhor resgatou voltarão. Entrarão em Sião com cantos de alegria; duradoura alegria coroará sua cabeça. Júbilo e alegria se apoderarão deles, e a tristeza e o suspiro fugirão” (Is 35:10, NVI). “Ali haverá júbilo e alegria, ações de graças e som de música” (Is 51:3). “E os cantores e tocadores de instrumentos entoarão” (Sl 87:7, ARC). “Estes alçarão a sua voz, e cantarão com alegria; por causa da glória do Senhor” (Is 24:14, ARC) (PR, p. 429 [730]).
Ali os remidos conhecerão como são conhecidos. O amor e a solidariedade que o próprio Deus plantou em cada um encontrarão ali a mais autêntica e agradável prática. A comunhão pura com os seres santos, a vida social harmoniosa com os anjos benditos e com os fiéis de todos os tempos, que lavaram suas vestes e as purificaram no sangue do Cordeiro, os sagrados laços que reúnem “toda família, tanto no Céu como sobre a Terra” (Ef 3:15) – tudo isso contribui para constituir a felicidade dos remidos (GC, p. 559 [677]).
“Eles levantam a voz e cantam com alegria; por causa da glória do Senhor, exultam desde o mar. Por isso, no Oriente deem glória ao Senhor e, nas terras do mar, glorifiquem o nome do Senhor, o Deus de Israel. Dos confins da terra ouvimos cantar: ‘Glória ao Justo!’” (Is 24:14–16).