Ali, mentes imortais contemplarão, com prazer que jamais acabará, as maravilhas do poder criador, os mistérios do amor que redime. Não haverá nenhum adversário cruel, enganador, para tentar nos fazer esquecer de Deus. Todas as habilidades se desenvolverão, e todas as capacidades serão ampliadas. A aquisição de conhecimento não cansará a mente nem esgotará as energias. Ali os mais grandiosos empreendimentos poderão ser levados avante, as mais elevadas aspirações poderão ser alcançadas, e realizadas as mais altas ambições. E surgirão ainda novas alturas a atingir, novas maravilhas a admirar, novas verdades a compreender e novos objetivos para aguçar as aptidões físicas, mentais e espirituais.
Todos os tesouros do Universo estarão abertos ao estudo dos remidos de Deus. Livres da mortalidade, alçarão voo incansável para os mundos distantes – mundos que estremeceram de tristeza diante do espetáculo da desgraça humana e ressoaram com cânticos de alegria ao ouvir as novas de uma alma resgatada. Com indescritível prazer, os filhos da Terra partilham da alegria e sabedoria dos seres não caídos. Participam dos tesouros do saber e do entendimento adquiridos durante séculos e séculos, na contemplação da obra das mãos de Deus. Com a visão desobstruída, olham para a glória da criação – sóis, estrelas e sistemas planetários, todos em sua ordem indicada, orbitando ao redor do trono da Divindade. Em todas as coisas, desde a menor até a maior, está escrito o nome do Criador, e em todas se manifestam as riquezas de Seu poder (GC, p. 559, 560 [677, 678]).
“Eis que Eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas” (Is 65:17).