Quarta-feira
29 de julho
Unido aos anjos
Bendigam o Senhor todos os Seus exércitos, ministros Seus, que fazem a Sua vontade. Salmo 103:21

Anjos da glória, que veem sempre a face do Pai do Céu, regozijam-se em servir aos Seus pequeninos. Os anjos se acham sempre presentes onde são mais necessários, ao lado dos que têm a mais dura batalha contra o próprio eu e cujo ambiente é o mais desanimador. Fracas e trementes almas que têm muitos traços de caráter objetáveis são seu especial encargo. Aquilo que corações egoístas considerariam como serviço humilhante – servir àqueles que se acham na miséria e são, em todos os aspectos, inferiores em caráter – é a obra dos puros e santos seres das cortes do alto (CBV, p. 55 [105]).

Devemos colaborar com os anjos celestiais em apresentar Jesus ao mundo. Com quase impaciente ansiedade, os anjos esperam nossa colaboração, pois um ser humano deve ser o instrumento para se comunicar com outro ser humano. Quando nos entregamos a Cristo em uma consagração completa, os anjos se alegram de poderem falar por meio de nossa voz para revelar o amor de Deus (DTN, p. 230 [297]).

Você não acha que existe algo estimulante e inspirador no pensamento de que os agentes humanos constituem instrumentos visíveis para transmitir as bênçãos dos agentes angélicos? Assim, quando somos cooperadores de Deus, a obra leva sobre si a impressão divina. O conhecimento e atividade dos obreiros celestiais, unidos com o conhecimento e poder imputados aos agentes humanos, trazem alívio aos opressos e desencorajados. Nossos atos de ministério altruísta nos tornam participantes do sucesso que resulta do alívio oferecido. Com quanta alegria o Céu contempla essas influências unificadas! (T6, p. 361 [457]).