Segunda-feira
14 de dezembro
Veremos o rosto de Deus
Ele ora a Deus, que Se agrada dele; com alegria vê a face de Deus, e Deus lhe restitui a Sua justiça. Jó 33:26

Desde que o pecado trouxe separação entre o homem e Aquele que o criou, em qualquer tempo homem nenhum viu a Deus, a não ser conforme Ele Se manifesta por intermédio de Cristo. […] “Filipe disse a Jesus: ‘Senhor, mostre-nos o Pai, e isso nos basta.’ Jesus respondeu: ‘Há tanto tempo estou com vocês, Filipe, e você ainda não Me conhece? Quem vê a Mim vê o Pai” (Jo 14:8, 9). […] Os discípulos ainda não compreendiam as palavras de Cristo quanto à Sua relação para com Deus. Muito do Seu ensino ainda lhes era obscuro. Cristo desejava que eles tivessem um mais claro, mais distinto conhecimento de Deus. […]

Nosso conhecimento de Deus é parcial e imperfeito. Quando o conflito terminar e o Homem Cristo Jesus reconhecer diante do Pai Seus fiéis obreiros, que neste mundo de pecado têm dado acerca Dele um verdadeiro testemunho, eles compreenderão claramente o que agora lhes é um mistério.

Cristo levou Consigo para as cortes celestiais a Sua glorificada humanidade. Aos que O recebem, Ele dá poder para que se tornem filhos de Deus, para que enfim possa recebê-los como Seus, para com Ele habitar por toda a eternidade. Se durante esta vida forem leais a Deus, afinal “contemplarão a Sua face, e na sua testa terão gravado o nome Dele” (Ap 22:4). E qual é a felicidade do Céu, senão ver a Deus? Que maior alegria poderia sobrevir ao pecador salvo pela graça de Cristo do que poder contemplar o rosto de Deus, e conhecê-Lo como Pai? (CBV, p. 262-264 [419-421]).